O Sindilegis contatou a redação do jornal Folha de S. Paulo para solicitar espaço em que pudesse rebater as afirmações do texto que apontava que o corte salarial dos servidores públicos seria uma opção viável em meio à crise causada pela pandemia do coronavírus, argumentando que os gastos com folha de pessoal poderiam ser “não prioritários ou excessivos”. O presidente do Sindilegis, em carta resposta publicada hoje pelo jornal,
refutou os dados e afirmou que o inchaço do Estado é uma fantasia sustentada em teses que já foram derrubadas. Petrus defendeu a manutenção dos salários de todos os trabalhadores e argumentou que tão importante quanto injetar dinheiro público para salvar empresas ou bancos é proteger a renda das pessoas: “Em tempo: alguém questionou a ajuda de R$ 1,2 trilhão aos bancos? Realmente esse montante era necessário?”.

Leia o texto na íntegra, clicando no link abaixo:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2020/04/recursos-preciosos-sao-as-pessoas.shtml

 

Em nome da FENALE, parabenizamos a manifestação do SINDILEGIS/BR por meio do Presidente do sindicato e Vice Presidente Centro-Oeste da Fenale, Petrus Elesbão,  em reação ao Editorial do jornal Folha de S.Paulo publicado 30/03.
Por desconhecimento ou de modo proposital, o diário pretendeu, mais uma vez, jogar a sociedade contra os trabalhadores.
Os demonstrativos técnicos  apresentados na “Carta Resposta” do Sindilegis, comprovaram as inconsistências dos argumentos da Folha sobre fatos reconhecidos pelo próprio governo, que se manifestou contrariamente à qualquer medida de corte salarial dos trabalhadores, sob pena de criar um caos na produção e no consumo da sociedade brasileira.

JOSÉ EDUARDO RANGEL
PRESIDENTE DA FENALE

NELSON MENEZES FLORISBAL
SECRETÁRIO GERAL DA FENALE